Prisión verde

“Mesmo na noite mais escura, a esperança acende‑se como uma chama que ninguém consegue apagar.”

— Ramón Amaya Amador, Prisión verde.

A vida costuma nos surpreender com momentos de sombra profunda, quando tudo parece perdido e o futuro parece um vazio sem forma. Nessa hora, a frase de Amador surge como um farol interno, lembrando‑nos que a esperança não é um sentimento frágil, mas uma chama resistente que brota do nosso próprio peito. É como se cada pequeno gesto de coragem – levantar da cama, abrir a janela para o sol, oferecer um sorriso sincero – fosse um sopro que alimenta esse fogo interior. Quando você sente que os obstáculos são gigantes, pare e perceba: você já está acendendo a chama da esperança. Cada desafio superado, por menor que seja, adiciona mais lenha ao seu fogo. Não deixe que o ruído externo apague essa luz; ao contrário, use‑a para iluminar o caminho dos que caminham ao seu lado. Transforme a sensação de medo em combustível para a ação. Ao reconhecer a força da esperança dentro de si, você passa a viver com mais propósito, enxergando oportunidades onde antes via apenas barreiras. Permita que essa chama aqueça seu coração e inspire outros a acenderem suas próprias luzes.

Sobre o autor

Ramón Amaya Amador (1916‑1966) foi um escritor, jornalista e militante político hondurenho, considerado um dos maiores romancistas da América Central. Sua obra retrata a realidade social e política da Honduras rural, denunciando injustiças e celebrando a resistência do povo. “Prisión verde”, escrito em 1948, mistura ficção e crítica social, tornando‑se um marco da literatura comprometida e ainda muito relevante hoje.


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