“Apesar de tudo, ainda acredito que as pessoas são realmente boas no fundo.”
— Anne Frank, O Diário de Anne Frank.
Quando a vida parece um mar revolto, essa frase surge como um farol tímido, lembrando que, mesmo nas tempestades internas, há uma centelha de bondade que nunca se apaga. Permita‑se reconhecer essa luz nos pequenos gestos diários – um sorriso inesperado, um apoio silencioso. Ao nutrir a confiança de que o bem habita em cada coração, você cria um espaço interno onde o medo perde força e a empatia floresce. Transforme a dúvida em curiosidade sobre quem realmente somos quando deixamos de lado a desconfiança e abraçamos a possibilidade de que, no fundo, somos todos capazes de amar e ser amados. Essa mudança de perspectiva pode ser o primeiro passo para viver com mais leveza, compaixão e esperança.
Sobre o autor
Anne Frank (1929‑1945) foi uma adolescente judia que, ao se esconder dos nazistas na Holanda ocupada, escreveu um diário que se tornou um dos relatos mais tocantes do Holocausto. Seu relato íntimo revela coragem, esperança e a profunda crença na bondade humana, inspirando gerações a refletirem sobre tolerância e humanidade.
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