Muna Madan

“A vida é uma canção, e devemos cantá‑la.”

— Laxmi Prasad Devkota, Muna Madan.

Imagine que cada manhã chega como uma nova nota musical, pronta para se juntar à melodia que você compõe ao longo do dia. Quando os desafios surgem — aquele trânsito caótico, a cobrança no trabalho ou a sensação de que nada sai como planejado — é fácil querer silenciar o som interior. Mas lembre‑se: cantar não significa estar livre de desafinos, e sim escolher, mesmo na dissonância, a voz que quer ouvir. Ao invés de deixar que o medo ou a rotina apaguem seu ritmo, abrace a imperfeição como parte da partitura da sua existência. Cada pequeno gesto de bondade, cada sorriso que você oferece, são acordes que ecoam além de você, inspirando quem está ao redor a encontrar a própria canção. Quando a vida parece um silêncio pesado, faça do seu coração um instrumento de esperança — toque, mesmo que o som pareça tímido. Assim, você transforma obstáculos em oportunidades de criar harmonia, e cada dia se torna um refrão que vale a pena repetir.

Sobre o autor

Laxmi Prasad Devkota (1909‑1959) foi um dos poetas mais celebrados do Nepal, conhecido como o “Mahakavi” (Grande Poeta). Sua obra mescla romance, drama e poesia lírica, destacando‑se Muna Madan, um épico que narra amor e sacrifício. Além de escrever, Devkota foi professor, tradutor e ativista cultural, deixando um legado que ainda ecoa nas escolas e corações nepalesas.


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