“O silêncio é o sono que alimenta a sabedoria.”
— Maurice Maeterlinck, A vida das abelhas.
Já reparou como, na correria do dia a dia, a gente costuma encher a cabeça de barulho? Redes, notícias, tarefas… É fácil esquecer que o silêncio tem um poder transformador. Quando nos permitimos pausar, como as abelhas que descansam entre um voo e outro, criamos um espaço interno onde a sabedoria pode surgir, sem pressa, sem ruídos externos. Pense nos momentos em que você sente aquele turbilhão de pensamentos: ansiedade, dúvidas, críticas internas. Em vez de lutar contra eles, experimente fechar os olhos por alguns minutos, respirar fundo e simplesmente ouvir o vazio. Nesse vazio, as respostas que realmente importam começam a aparecer, como uma luz suave que ilumina o caminho que você ainda não enxergava. Ao cultivar o hábito de silenciar o ruído externo, você treina a mente a ser mais presente, mais gentil consigo mesma e mais capaz de reconhecer o que realmente vale a pena. É um convite para que, a cada dia, você escolha o silêncio como aliado na construção de uma vida mais consciente e plena.
Sobre o autor
Maurice Maeterlinck (1862‑1949) foi um escritor, poeta e dramaturgo belga, laureado com o Nobel de Literatura em 1911. Seu estilo simbolista explora o mistério da existência e a força do silêncio, como em A vida das abelhas. Viveu entre Bruxelas e Paris, influenciando o teatro moderno e a filosofia da época, sempre buscando revelar o invisível que habita o cotidiano.
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